Triumph entra no mercado Indiano de motos

A Triumph está caminhando para o Mercado Indiano em 2012 numa tentativa de explorar a demanda de motocicletas de alta qualidade no mercado emergente e espalhar a marca britânica pelo globo.
Seguindo as grandes Harley-Davidson, BMW Motorrad e Ducati se aventurando na Índia, a Triumph espera colocar no mercado seis ou oito de seus vinte modelos disponíveis.
“A Índia é um importante mercado de motos e a Triumph avaliou-o cuidadosamente antes de decidir entrar em cena. Nós vemos isso como um próximo passo em nosso modelo de negócio Global”, disse Nick Bloor, chefe executivo da Triumph.
No último ano, 9,02 milhões de motos foram vendidas na Índia, mas 42% deste número representam motocicletas com até 125cc. A mudança para este mercado pode dar sugestões de que a Triumph está considerando entrar no segmento de motocicletas menores.
A Triumph tem atualmente duas fábricas em Hincley e mais três em Chonburi, na Tailândia, que produzem aproximadamente 50 mil motocicletas por ano, vendidas em 35 países. Movendo-se para este mercado, poderão igualmente estudar a possibilidade de montar suas motos na Índia. Triumph será a segunda fabricante britânica que apareceu no mercado, juntando-se a Royal Enfield.

Iros inicia montagem da One 125 em Manaus

A Iros Motos anunciou que está montado sua motocicleta One 125 na Zona Franca de Manaus (AM). Com design projetado no Brasil, a One 125 está disponível em três versões – ES, ESD e EX.
A moto possui motor de quatro tempos, monocilíndrico, OHV, de 124 cm³, arrefecido a ar. É capaz de gerar potência de 9,8 cv a 7.500 rpm e torque máximo de 0,84 kgf.m a 7.000 rpm.
A One 125 ES, modelo mais popular, tem rodas dianteiras e traseiras aro 18” em aço e o sistema de freios dianteiro e traseiro a tambor com 130 mm de diâmetro.
A versão 125 ESD vem equipada com rodas dianteiras e traseiras em liga leve, sistema de freios dianteiro a disco com 265 mm de diâmetro e traseiro a tambor com 130 mm de diâmetro.
Já a 125 EX tem um visual mais arrojado com painel e farol carenados e integrados. As três versões da ONE 125 estão disponíveis nas cores prata, preta e vermelha. Preços sugeridos: R$ 4.535 (ES), R$ 4.790 (ESD) e R$ 5.090 (EX).

Nova Biz EX é diferente, mas cobra por isso

Rodas de liga leve, freio dianteiro a disco, novo farol e piscas dianteiros com refletores multifocais, injeção eletrônica de combustível, grafismos exclusivos e motor Flex. Não estamos falando de um modelo de grande porte, mas sim da nova Honda Biz 125 EX que, por R$ 6.590, oferece todos esses acessórios — as versões KS e ES custam R$ 5.297 e R$ 5.854, respectivamente.
Desde que foi lançada, em 2005, a Biz domina o segmento CUB e já superou a marca de 970 mil unidades comercializadas. Para ser ter ideia, só em 2011 a CUB da Honda já vendeu 101.247 unidades, sendo o quinto veículo mais vendido do País, atrás apenas de Honda CG 150, Honda CG 125, VW Gol e Fiat Uno, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).
E foi devido a todo esse sucesso que a Honda decidiu lançar, este ano, a Biz 125 EX, sucessora da Biz+. Modelo com aspecto esportivo, já que suas cores, grafismos e as rodas de liga leve em seis pontas o elevam a um nível mais exclusivo, mesmo que cobre R$ 736 a mais por isso. Na prática, essa diferença compensa? É isso que fomos verificar, assim que retiramos uma Biz 125 EX zero-quilômetro na Honda.
Flex
Uma novidade que faz da Biz uma boa opção para o dia a dia dos grandes centros é a adoção do sistema Flex. A tecnologia antes disponível apenas nas CG 150 Titan, CG 150 Fan e NXR 150 Bros veio dar mais dinamismo à Biz. Além de mais barato, o etanol (álcool) está alinhado com a estratégia do Governo de diversificar as matrizes energéticas e tem a vantagem de ser uma fonte de energia renovável e menos poluente quando comparado à gasolina.
Com o etanol, o modelo testado rodou mais de 40 km/litro, ou seja, a Biz oferece uma autonomia superior a 220 km, já que seu tanque tem capacidade para 5,5 litros. Fazendo uma comparação com o transporte público, uma pessoa que utiliza duas conduções diárias a R$ 2,90 cada, por exemplo, gasta R$ 116 mensais, considerando somente dias úteis. A bordo da Honda Biz, com o preço médio do litro de etanol a R$ 1,79 (na capital paulista), os mesmos R$ 116 gastos em álcool seriam suficientes para rodar 2.592 km no mês.
Modelo renovado 
O modelo 2011 da líder da categoria chegou às concessionárias totalmente renovado. Chassi e carenagem receberam alterações em cerca de 95% de seus componentes. Essas alterações deixaram a Biz mais ágil na cidade, o que é bom, já que sua proposta é totalmente urbana.
O chassi, do tipo monobloco, não transmite muita firmeza ao piloto. A Biz, até pelo seu porte, não é uma moto que encara buracos com tranquilidade. O piloto deve ter uma condução consciente, fugindo de obstáculos maiores.
Aliás, o conjunto de suspensões contribui muito para isso. Excessivamente macias, as suspensões dianteira telescópica, com 100 mm de curso, e traseira, com dois amortecedores de 86 mm de curso, não copiam as irregularidades do asfalto com perfeição.
A moto vai bem nos percursos urbanos, mas o condutor deve sempre se lembrar que está a bordo de um veículo frágil. Por outro lado, os freios agradaram. Mesmo sendo uma unidade zero-quilômetro, o disco dianteiro de 220 mm e o tambor traseiro de 130 mm pararam a Biz com eficiência e transmitem confiança sempre que exigidos.
Outro ponto positivo na nova Biz está no tamanho dos aros. O traseiro de 14” e o dianteiro de 17” em rodas de liga leve estão de acordo com a proposta e, se não permitem que o piloto abuse nas curvas, são mais eficientes que os acanhados aros usados nos scooters, de até 10”.
Design 
A Biz 125 2011 teve seu design reformulado. O escudo frontal ficou maior, a carenagem agora tem maior área pintada na cor na moto e o escapamento está todo preto. Na dianteira, o conjunto ótico é composto por novo farol e piscas dianteiros com refletores multifocais. Na traseira, os piscas não estão mais juntos com a lanterna, sendo localizados abaixo do conjunto. Essa nova alternativa da Honda para os piscas traseiros não agradou nossa equipe, mas esquecendo a questão estética, de fato estão mais funcionais.
O novo assento em dois níveis ficou mais plural, aceitando pilotos de todos os tamanhos. Para o garupa, o conforto foi reforçado pelas novas pedaleiras, agora fixadas ao chassi. Entretanto, a Biz perde muito fôlego ao levar um passageiro.
O novo painel de instrumentos traz hodômetro, marcador do nível de combustível e escala de utilização das marchas no velocímetro, além de luz de diagnóstico da injeção eletrônica.
Visando auxiliar o consumidor em relação ao funcionamento da tecnologia bicombustível, o painel traz ainda a luz “ALC”, que acenderá sempre que houver mais de 80% de etanol (álcool) no tanque e piscará em condições de temperatura ambiente abaixo de 15°C.
Quase o mesmo motor 
Com 124,9 cm³ e quatro marchas semi-automáticas, o propulsor OHC (Over Head Camshaft), quatro tempos, arrefecido a ar, só ganhou novos balancins roletados no cabeçote. Essa alteração deixou a moto mais eficiente e progressiva.
O engate das marchas é preciso e não deixa o piloto na mão nem nas maiores subidas — potência máxima é de 9,1 cv a 7.500 rpm e torque de 1,01 kgfm a 3.500 rpm, com ambos os combustíveis. O câmbio é semi-automático e rotativo, dispensando o acionamento manual da embreagem.
Um destaque negativo fica para o pedal de partida. A versão EX também tem partida elétrica, mas o pedal fica posicionado de forma conflitante com o pé direito do piloto. Basta fazer uma curva ou mesmo flexionar o pé, que o pedal incomoda, forçando o pé a ficar curvado para o lado.
Mercado CUB
A Biz, desde seu lançamento, domina o segmento CUB no Brasil. O espaço generoso que há sob o banco é um dos fatores que contribuem para isso, mas esse porta-objetos só apareceu no modelo 2011. Então qual seria o motivo? A Yamaha Crypton ficou fora do mercado por cinco anos, de 2005 a 2010.
Em 2011 a Crypton vendeu 11.615 unidades, de acordo com a Fenabrave, ou seja, quase dez vezes menos que a Biz. Mas em 2010 a CUB da Yamaha teve 18.368 unidades comercializadas durante todo o ano, o que mostra que neste ano a Crypton já vendeu mais de 60% do que foi comercializado durante todo o ano passado, sendo que ainda nem se encerrou o mês de junho.
Já a Dafra disponibiliza a Zig 100. Terceira mais vendida do segmento, a CUB da Dafra teve 3.555 unidades comercializadas em 2011, o que só comprova a força da Honda e, em especial, da Biz. E a quarta CUB mais vendida no País neste ano é a Win 110, da Kasinski. Foram 1.355 unidades vendidas, tudo segundo dados da Fenabrave.
Conclusão
Seja por limitação de outras fabricantes ou por méritos da Honda, a Biz é hoje a terceira moto mais vendida no Brasil. Sua ciclística se mostrou bem acertada, a economia de combustível impressiona e seu torque não deixa o piloto na mão na cidade. Por essas e outras a Biz continua soberana do segmento CUB.
E respondendo se vale a pena pagar mais R$ 736 para ter a versão EX em vez da ES, de acordo com nossa opinião, sim. A única diferença relevante de um modelo para o outro é o freio a disco dianteiro de 220 mm, o que já basta como ganho em segurança.
Ficha Técnica Motor OHC, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a arCapacidade cúbica 124,9 cm³Potência máxima 9,1 cv a 7.500 rpmTorque máximo 1,01 kgf.m a 3.500 rpmCâmbio Semi-automático e rotativo de quatro marchasTransmissão final CorrenteAlimentação Injeção eletrônicaPartida ElétricaQuadro monoblocoSuspensãoDianteira Garfo telescópico com 100 mm de cursoTraseira Bichoque, com 85 mm de cursoFreioDianteiro DiscoTraseiro A tambor/ 110 mmPneuDianteiro 60/100 – 17M/C 33LTraseiro 80/100 – 14M/C 49LComprimento não disponívelLargura não disponívelAltura não disponívelDistância entre-eixos 1261mmDistância do solo 130Altura do assento 753 mmPeso a seco 103 kg Tanque de combustível 5,5 litrosCores Rosa metálico, verde metálico, vermelho e preto 
Preço sugerido R$ 6.590

Kawasaki Z750 ganha novas cores na linha 2011


A Kawasaki do Brasil anuncia a linha 2011 da esportiva Z750 com as novas cores Lime Green (verde), Ebony (preta) e Pearl Alpine White (branca). O modelo esportivo vem equipado com motor quatro cilindros de 748 cm³ com 106 cv de potência e torque de 8 kgfm a 8.300 rpm.
A transmissão é de seis velocidades e o sistema de freios conta com disco duplo na dianteira e disco simples na traseira. O peso da moto em ordem de marcha é de 226 kg.
A linha 2011 da Z750 chega às concessionárias da marca japonesa no país com preço sugerido de R$ 34.848 e na versão com freios ABS por R$ 38.281 (base grande SP e grande RJ, com frete incluso).

B-King 250 deve ser nova street da Suzuki


O site da Suzuki do Brasil (www.suzukimotos.com.br) está com uma campanha que anuncia o próximo lançamento da marca japonesa no mercado nacional. Entre outras coisas, o texto diz: “Em breve nova motocicleta street de baixa cilindrada.” Apesar do suspense da peça, a moto em questão deve ser a nova B-King 250.
O modelo foi apresentado pelo parceiro chinês da Suzuki, a Haojue, na exposição Cima Motor, em 2010, com o nome de GW 250 e vinha equipada com motor de um cilindro com potência de 26 cavalos e torque de 2,4 kgfm, injeção eletrônica, refrigeração líquida e câmbio de cinco marchas.
A moto do evento também contava com freios a disco nas rodas dianteira e traseira e suspensão traseira monoamortecida. O design chamou a atenção pelo conjunto óptico moderno e o visual característico do modelo maior com motor 1300. Por causa disso, a versão menor vem sendo chamada lá fora de baby B-King.
A se confirmar o lançamento da B-King 250 como nova moto street de baixa cilindrada da Suzuki, o modelo vai preencher uma lacuna importante no line up da marca no país. Uma moto com potencial e força para encarar a grande concorrência nessa categoria, que inclui Kawasaki Ninja 250R, Kasinski GT-R 250R, Yamaha Fazer 250 e até a Honda CB 300R.

Honda faz demonstração do EV-neo na Espanha


A Honda dá mais uma demonstração do seu compromisso em disponibilizar ao mercado seus produtos ambientalmente sustentáveis. A partir de julho, a marca inicia um programa de demonstração do scooter elétrico EV-neo. O primeiro local escolhido é a cidade de Barcelona, na Espanha.
A Honda irá fornecer 18 unidades do modelo EV-neo por um período de um ano. Além disso, será feito um trabalho de pesquisa e atividades diárias sobre o uso do modelo na cidade espanhola. “Estamos muito satisfeitos em trazer a nossa tecnologia para a Europa pela primeira vez”, coloca Yukitoshi Fujisaka, presidente da Honda Montesa. 
Segundo o executivo, essa é uma ótima oportunidade de testar o modelo em uma cidade (Barcelona) onde as motocicletas representam 30% de todos os veículos utilizados.
Tecnologia avançada
A scooter Honda EV-neo foi apresentada pela primeira vez como protótipo no Salão de Tóquio, no Japão, em 2009. No ano seguinte, começou a sua comercialização apenas em território japonês. Equipado com bateria elétrica, o modelo foi criado principalmente para uso comercial, uma vez que o seu desenho permite o transporte de carga.
Além disso, a scooter opera com um motor de 2.8 kw e uma bateria de lítio-íon, proporcionando torque elevado mesmo em baixa velocidade, e bom desempenho em partidas e subidas. A EV-neo alcança de 30 a 34 km/h em terreno plano.
Em conjunto, há um carregador de bateria altamente portátil, que permite a recarga completa do modelo em aproximadamente 30 minutos, com uma temperatura ambiente de 25ºC.
Aplicações na prática
A scooter EV-neo também está sendo usada pela Honda em seu programa de testes de veículo elétricos, em Kumamoto, e na prefeitura de Saitama. Essas atividades servirão para ajudar a desenvolver novas formas de mobilidade pessoal, visando a redução de CO2. No programa de Kumamoto, o modelo é alugado por moradores e turistas que informam a Honda o que acharam e quais os benefícios. Já em Saitama, são alugados por empresas de entrega.

Vazam primeiras fotos da V-Strom 650 ABS 2012

Vazaram as primeiras fotos do modelo 2012 da V-Strom 650 agora com ABS. Uma evolução da atual V-Strom 650, a nova peso médio da Suzuki ficou mais longa (2,290 mm), mais alta (1,405 mm) e mais leve (214 kg) que sua antecessora, além de ter seu visual atualizado. 
Ainda esperamos mais informações e o lançamento oficial feito pela Suzuki nos próximos dias, mas pelo que podemos ver pelas fotos, existem várias perguntas a serem respondidas, como o que foi modificado no motor e suas reais especificações. Como as fotos não são de divulgação oficial e sim de reprodução na internet, a qualidade das imagens é baixa. Mais informações assim que obtivermos.